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    Terça-feira, Outubro 14, 2008
    Pontos básicos de costura

    Você pode fazer praticamente qualquer tipo de conserto com quatro pontos básicos. Se você nunca costurou, talvez seja bom praticar um pouco, para desenvolver a habilidade de fazer pontos uniformes e delicados em linha reta.


    • Pesponto: visto de cima, o pesponto parece uma linha contínua de pontos iguais; visto do avesso do tecido, os pontos são duas vezes mais longos que aqueles de cima e se sobrepõem nas pontas. Use um fio único com nó e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado de baixo das camadas de tecido 1/3 cm para a esquerda de onde sua costura começará. Passe a agulha para o outro lado do tecido até o nó. Insira a agulha 1/3 de cm por trás, onde o fio emerge,isto é, onde sua costura começará. Traga a agulha para cima 1/2 cm além desta inserção e puxe bem a linha. Traga a agulha para cima 1/2 cm além desta inserção e puxe a linha para o outro lado. Continue assim, formando pontos com espaçamento igual com cerca de 1/3 cm de comprimento.

      Você pode usar a Máquina: Pespontadeira LM-875
       
      * Barra Alternada;
      * Transporte Duplo Dente e Agulha;
      * Lubrificação Automática;
      * Tamanho do Ponto: 7mm;
      * Velocidade: 2800ppm


    • Alinhavo: o alinhavo é usado para manter duas ou mais camadas de tecido juntas temporariamente, durante provas ou modelagem. Talvez você queira alinhavar uma bainha ou punho para garantir que gostaria do comprimento, antes de completar a bainha com uma costura mais permanente. Use um único fio sem nó, para poder puxá-lo com facilidade e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado direito e passe a agulha e linha pelo tecido, para dentro e para fora, duas ou três vezes. Pontos de alinhavo podem ter um centímetro ou pouco mais que isso, de comprimento. Puxe o fio parcialmente para o outro lado do tecido, prendendo a ponta sem nó entre seu polegar e o indicador, de modo a não puxá-lo totalmente. Reinsira a agulha e repita o processo. Deixe a linha frouxa na ponta, para poder removê-la com facilidade.



    • Ponto corrido: o ponto corrido, usado para consertos delicados, costuras visíveis e franzidos é trabalhado de forma muito semelhante ao alinhavo, mas os pontos são menores e uniformes. Prenda o fio nas duas pontas com um nó. Use um fio único com nó e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado avesso e passe a agulha e linha pelo tecido, para dentro e para fora, de modo uniforme, duas ou três vezes. Puxe a linha para o outro lado com firmeza, mas evite enrugar o tecido.



    • Chuleado: este ponto é usado para prevenir o esfiapamento da borda do tecido. Use um fio único com nó e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado de baixo do seu trabalho. Puxe a linha através do nó e insira a agulha pelo lado avesso novamente, 1/3 a 1/2 cm à esquerda do nó. Puxe a linha para o outro lado, mas não com muita força ou o tecido se enrugará. Quanto mais propenso ao esfiapamento for o tecido, mais próximos deverão ser os pontos da costura. Mantenha a profundidade dos pontos uniforme e os torne tão rasos quanto possíveis, sem afastar demais as fibras do tecido.


    Veja só, costurar não é mais coisa só para vovozinhas. Seguindo as dicas e orientações simples apresentadas neste capítulo, você estará preparado para qualquer projeto que lhe surja pela frente.

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    Quinta-feira, Outubro 2, 2008
    SALÃO DA MODA MASCULINA NA FENIM VERÃO 2009

    Salão da Moda Masculina lança coleções para o verão 2009
    A linha esportiva da Danello, composta por blasers e jaquetas exclusivos, aposta
    nos listrados finos, no xadrez e nos tons de branco, off-white, areia, crus e cinzas.
    Os tecidos foram escolhidos para proporcionar conforto como o puro linho e o 100%
    algodão e a modelagem privilegia peças mais curtas e secas. Na alfaiataria,
    os tecidos planos Super 100´, Super 120´, Super 140´, Super 150´ e Super 170´
    acompanham as tendências internacionais que apontam para os paletós
    de 1 e 2 botões, na modelagem slim e nas bocas das calças mais estreitas.

    A Just for:man, especializada em underwear e sleepwear, introduz novas cores,
    elásticos personalizados e tecidos com apelo ecológico na sua linha para o verão.
    A marca dá continuidade ao conceito “mix and mach”, com peças coordenáveis
    entre si, introduzindo na linha de sleepwear peças já “casadas”, uma exclusividade
    da empresa neste segmento. A grife também apresenta as suas novas embalagens
    da linha de cuecas que podem ser exposta num display especial de acrílico
    que é oferecido aos principais clientes e parceiros comerciais.

    A Lazco, composta por cintos de couro e casacos de sarja e couro, é uma linha social
    para o homem elegante que exige produtos de qualidade e com design moderno.
    O preto continua muito forte nos cintos sociais e o níquel negro é uma das tendências
    em ferragens. Já a Casual Belt é uma linha de cintos de cadarço, lona e couro, além
    de colares e braceletes, onde predomina as cores marrom, café e kaki e ferragens
    prata estanhada e ouro martelado. As marcas lançam novas embalagens para cintos
    com dupla função: caixa para presente que se transforma em um expositor para
    vitrine.

    A Marshoes apresenta coleção de sapatos para o Verão 2009 simultaneamente
    com a Expo Riva Schuh, que acontece na Itália. Com forte presença no exterior
    a Marshoes está iniciando no mercado brasileiro com a mesma coleção e proposta
    de qualidade já aprovada por clientes como Hugo Boss, Harmont & Blane, La Martina,
    Aldo, Manfield, Sole, Full Time, Florsheim, entre outros. No Brasil a empresa
    fornece para as grifes Fascar, Sapataria Cometa, Jorge Bischoff e Cristófoli.
    Para a temporada, os mocassins são oferecidos em varias opções, que vão do estilo
    anos 70/80 em siders, drive shoes e colleges até em novas propostas nas cores
    alvejado (branco), ocean, open gray, sabbia e rosso.

    A Spring Cravatterie lança gravatas de seda e poliéster com larguras mais estreitas
    de boca, que variam de 6,5 a 8,5 cm, onde predominam os tons variantes do lilás
    ao roxo e os fundos pretos e prata. Os listrados, os xadrezes, e os falsos lisos
    estão em alta. Dentre os lançamentos, a grife destaca a linha College, composta
    por gravatas mais finas, de 6 cm, em tons lisos e xadrezes, que compõem de forma
    casual com jeans e roupas mais informais. A coleção de camisas, ideal para looks
    sociais ou esportivos, oferece a linha Easy Iron, composta de 60% algodão e 40%
    poliéster que facilita o trabalho na hora de passar. A modelagem slim moderniza
    o visual clássico marcado por fundos azuis e brancos além das listras mais finas.

    Também apostando numa linha de gravatas mais finas para o verão, com média
    de 8,5 cm, a Voga lança sua linha de seda que se caracteriza por riscados e desenhos
    clássicos. A inovação surge na cartela de cores que aposta no lilás, desde o mais
    claros até o berinjela, nos rosas e nos tons de cinza. As cores clássicas, como
    os marinhos, pretos e vermelhos chegam em composições contrastantes com tons
    mais vivos.

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    Sexta-feira, Setembro 19, 2008
    Google lança indexador de áudio para videos
    O Google lançou, nesta sexta-feira, 19, uma ferramenta para os internautas que acessam o serviço de buscas. O Google Audio Indexing, apelidado de Gaudi, analisa o áudio de vídeos postados no YouTube e registra as palavras que são ditas ao longo da mídia.
    Segundo o Plantão Info,
    o recurso permite que, ao realizar uma busca, o internauta receba um
    resultado com os vídeos em que as palavras são ditas, no ponto exato em
    que foram gravadas. O banco de dados, por enquanto, só vai reconhecer e
    salvar o áudio de vídeos postados no canal de política do Google e no
    idioma inglês.
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    Terça-feira, Setembro 9, 2008
    ECO BAGS: SETOR EM DESTAQUE
    O aumento crescente do consumo
    consciente por parte da população e das empresas impulsiona os negócios
    das confecções especializadas em fabricar eco bags, que são as sacolas
    e bolsas retornáveis.

    Por Lilian Rossetti

     A
    preservação do meio ambiente vem despertando a mudança de hábitos
    cotidianos dos consumidores. Um deles é a substituição de sacolas de
    plástico usadas para transportar e armazenar compras por peças
    reutilizáveis feitas de algodão, de juta e até de lona. Empresas
    dedicadas à fabricação desse tipo de produto começam a movimentar seus
    negócios em função do maior interesse por causas ecológicas. No Brasil,
    são consumidos aproximadamente 35 mil sacos plásticos por minuto, o que
    equivale a dois milhões por hora e mais de três bilhões por ano, sendo
    80% dessas embalagens utilizadas somente uma vez e em 20% das compras,
    pelo menos dois saquinhos por carregamento.



    cinco anos, a Gatto de Rua – que iniciou em 1989 no atacado como
    empresa de sportwear na cidade de Santos, no litoral de São Paulo –
    especializou-se no ramo de soluções e moda promocionais. Nesse nicho,
    um dos artigos da marca é a Bag Market, bolsa multifuncional para
    revestir carrinhos de supermercados, dispensando o uso de sacolas
    plásticas, produto que desde esse mês está sendo exportado pela grife
    para Portugal.Elaine Guapo, sócia-diretora da Gatto de Rua, afirma que,
    de fato, o segmento de confecções de eco bags está em plena ascensão.
    “A tendência é de crescimento constante, pois o processo de
    conscientização ambiental está só começando”, analisa. Maria Rodrigues,
    da EcoSacolas, também reforça que se trata de um setor de grande
    potencial no Brasil. “Pela maior busca pela população de produtos não
    descartáveis”, observa. Elaine ressalta que o trabalho da marca
    santista visa criar itens inovadores para agregar valor ao projeto dos
    clientes. Assim como em outros mercados, o desenvolvimento de produtos
    diferenciados e inovadores é essencial para se destacar e crescer.
    “Existem empresas focadas em fabricar sacolas de mão básicas e grandes.
    Nós acreditamos que conseguiremos conscientizar a massa com os produtos
    práticos e com a eficiência na armazenagem das compras, como é o caso
    da Bag Market e da sacola chaveiro, produtos patenteados pela Gatto de
    Rua”, salienta.
    A Bag Market proporciona ao consumidor final
    praticidade, economia de tempo, privacidade nas compras, além de ser
    lavável e leve de transportar. A bolsa possui duas ou três divisórias –
    dependendo do tamanho do carrinho – para uma melhor organização das
    compras (perecíveis e não-perecíveis) e, ao final, transforma-se em
    sacolas de tamanho suficiente e que podem ser transportadas
    separadamente. O produto é vendido no atacado e no varejo em dois
    tamanhos: para carrinhos de 210 litros e de 130 litros.


    as sacolas-chaveiro retornáveis da Gatto de Rua, comercializadas
    atualmente pelas lojas de decoração Etna, também reforçam a importância
    do consumo consciente. Podem ser confeccionadas em náilon, com as
    dimensões um pouco maiores do que as de um saco plástico de
    supermercado. A vantagem é que se trata de um produto retornável, por
    isso pode ser reutilizado várias vezes. Versátil, pode ser dobrada,
    ficando em um formato muito pequeno (aproximadamente 7 cm x 10 cm).

    Somente
    em 2008, a Gatto de Rua vendeu 18.500 unidades de sacolas-chaveiro para
    diversas empresas. Com destaque para a dupla utilidade, o artigo contém
    uma alça para adicionar um chaveiro e cabe dentro de bolsas e
    compartimentos de tamanhos diversos. Pode ser utilizado em diversas
    situações, em compras em farmácias, padarias, livrarias e revistarias,
    além de idas ao supermercado, no caso de compras menores.O produto é
    voltado especialmente para as empresas (indústrias e supermercados)
    interessadas em contribuir com o meio ambiente. Pode ser usado como
    brinde para clientes, com a aplicação de logotipo, para fazer parceria
    com fornecedores ou vendê-lo um a um. A Gatto de Rua também está
    confeccionando o produto em outros dois tecidos: Tactel e malha PET. A
    grife santista atende empresas de grande porte, comercializa também as
    sacolas como brindes. Ela tem hoje seis modelos de eco bags, que podem
    ser confeccionados em tecidos de algodão cru, TNT e microfibra. Entre
    os maiores clientes estão Motorola, Kaiser, Sanofi-Aventis, Mantecorp,
    Fox Films e Coca-Cola.A empresa paulista EcoSacolas atua com três
    marcas: Ecosacolas, Ecogrife e é ainda licenciada do Greenpeace.
    Atualmente, fornece suas sacolas reutilizáveis para cerca de 150
    clientes. “Mas esse número está crescendo”, salienta Maria. Os
    materiais empregados na confecção dos 12 modelos de produtos da grife
    são fibras naturais como algodão e juta, além de tecidos reciclados e
    alternativos, como tecido da floresta.

    De
    acordo com Maria Rodrigues, a tendência é cada vez mais empresas e
    pessoas aderirem às “eco sacolas”. ”O aumento da conscientização da
    população vai permitir cada vez mais o aumento desse tipo de produto”,
    garante. A empresária destaca que nesse mercado o conceito de
    sustentabilidade não abrange somente a matéria-prima, que precisa ser
    ambientalmente correta e que o diferencial do negócio é o cuidado com a
    produção que também é socialmente justa. “Por isso, todas as nossas
    costureiras são registradas e trabalham sob condições monitoradas, que
    garantem condições de trabalho justas e dignas da produção”, diz. Por
    adotar essa postura de efetiva sustentabilidade, a EcoSacolas tornou-se
    uma empresa licenciada do Greenpeace, produzindo as eco bags da
    entidade. A tradicional marca de Lonas Locomotiva, que este ano
    completa 100 anos, também possui uma linha de lonas ecológicas, a
    Locomotiva Eco, especiais para moda e decoração confeccionadas em juta,
    tecidos reciclados e algodão colorido. Hoje, várias confecções como
    Osklen, New Order, Regata Tecidos e MAM utilizam a Locomotiva Eco,
    especialmente para fabricar eco bags, calçados e outros acessórios de
    moda.
    Uma vantagem importante para o meio ambiente do uso da juta
    nos tecidos é a facilidade de decomposição do produto no descarte – sua
    fibra se decompõe em dois anos, o algodão leva 10 anos e o poliéster
    pode chegar a 100 anos para se decompor. Todas as lonas da linha
    Locomotiva Eco são confeccionadas na fábrica da Alpargatas, em Pouso
    Alegre (MG), que se preocupa com Segurança do Trabalho, Saúde
    Ocupacional e Meio Ambiente e Sustentabilidade.

    WAL-MART JÁ ADERIU ECO BAG

    Sucesso
    nas lojas de São Paulo e do Paraná, o programa de sacolas retornáveis
    exclusivas da rede de supermercados registrou saída de mais de 75 mil
    sacolas em apenas 41 dias. No Rio Grande do Sul, as eco bags foram
    lançadas no último dia 10 de julho, por R$ 2,00, nas 94 lojas do
    Wal-Mart (BIG, Nacional e Maxxi Atacado), e são feitas de algodão.
    “Trata-se de um produto desenvolvido após uma avaliação da experiência
    de compra do consumidor”, explica Daniela De Fiori, vice-presidente de
    Sustentabilidade e Assuntos Corporativos do Wal-Mart Brasil.

    A
    sacola retornável foi criada após avaliação dos resultados do projeto
    piloto realizado por três meses em Curitiba, no Paraná. Nesse período,
    foram testadas em três lojas várias alternativas para transporte das
    compras, entre caixas, sacolas de papel e de lona. As sacolas de
    algodão apresentaram a melhor aceitação dos clientes, principalmente
    quando avaliam resistência, tamanho e formato para carregar as
    compras.No Wal-Mart Brasil, os itens foram confeccionados para suportar
    até 35 kg e medem aproximadamente 50 centímetros de largura por 50 cm
    de altura. O tecido vem na cor natural do algodão – creme –, com
    impressões em verde nos dois lados: “Eu faço a diferença. Uso Sacola
    Retornável.”
    O próximo passo da rede é distribuir as sacolas
    retornáveis para as lojas de Santa Catarina e, em seguida, para o
    Nordeste e demais Estados do Sudeste.
    Nas lojas da rede Wal-Mart no
    Brasil, são consumidas 1,2 bilhão de sacolas plásticas por ano. Desde
    novembro de 2006, o Wal-Mart utiliza plástico reprocessado na confecção
    dessas embalagens, possibilitando uma economia de 30% de resina virgem
    derivada do petróleo. Em um ano, o Wal-Mart economizou, em petróleo, o
    equivalente a 1,2 milhão de litros de gasolina.

    Fotos: Divulgação
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    Segunda-feira, Setembro 8, 2008
    CAMISETAS CUSTOMIZADAS
    Sabe
    aquela camiseta bem bonitinha que você tem aí no seu armário, e que já
    foi usada vinte mil vezes? A idéia é antiga, mas sempre funciona:
    customização nela!

    *

    Algumas idéias pra vocês...

    *

    Essa
    camiseta foi customizada e recustomizada. Era um topzinho branco,
    basiquinho, quando a encontrei dando sopa em um cabide por....R$5,00.
    Meu lado perua aflorou e ela foi toda bordada com paetês transparentes.
    A encarnação dela como "top-perua" durou pouco, usei duas vezes e
    resolvi tentar outra coisa.

    *

    Depois
    de retirar paetê por paetê, fiz uma pala usando sianinha branca e então
    bordei toda a parte de cima com linha de seda, também branca, em ponto
    rococó. Arrematei com um lacinho e voilá!
    *


    *

    Além
    disso, coloquei um cós de malha, mais algumas sianinhas pra fazer uma
    graça, e meu top que já tinha sido basiquinho e depois perua, ficou com
    ares de "melindrosa".

    *


    *

    As
    duas a seguir eu ganhei de aniversário dos meus sobrinhos. É do tipo de
    camiseta (ou top, sei lá) que eu gosto, mas mesmo assim resolvi
    aprontar com elas também.

    *

    *

    Desenhei
    diretamente sobre a camiseta, o que deu um certo trabalho porque a
    malha é canelada. Foi preciso ir esticando o tecido enquanto desenhava.
    Pra bordar, o mesmo macete, ou a linha poderia arrebentar quando a
    camiseta fosse vestida.

    *

    *

    Nessa verde eu fiz umas aplicações com retalhos de algodão e bordei por cima, dando o acabamento.

    *


    *

    Por
    fim, essa branquinha, que foi a primeira que eu fiz usando bordado.
    Também desenhei direto na malha. Uso muito, a pobrezinha já está
    pedindo a aposentadoria de tão velhinha...

    *


    *

    Isso é bem típico de quem é viciada em linhas e agulhas: quando não resta mais nada a ser bordado, ataca-se o guarda-roupa!

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    Quinta-feira, Setembro 4, 2008
    Dicas e Economia
    APARELHOS PARA TECIDOS DE DIFÍCIL MANUSEIO

    Acessórios indispensáveis para auxiliar na costura de materiais difíceis de manusear, tais como couro, sintéticos, jeans, Tactel®, chiffon, entre outros. Agora é só aproveitar as dicas e fazer um ótimo trabalho!




    calcadores para máquina reta com guia regulável de 0 a 15mm ou de 0 a 25mm, auxiliando na produção de barras fechadas.







    calcador de alumínio revestido de Teflon®, desliza com maior facilidade em couro, sintéticos e outros.







    calcador para zíper do lado esquerdo com roletes na base. Utilizado em máquina reta.








    calcador de acrílico para galoneira.








    calcador de Teflon® para galoneira .








    calcador tractor para galoneira de ¼", auxiliando na passagem de emendas.









    calcador para galoneira aberta com guia regulável.








    calcador para galoneira com guia regulável reforçado.





     calcador com rolete que auxilia a transportar materiais como couro e outros, utilizado em máquina reta.

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    Quarta-feira, Setembro 3, 2008
    Inovação como estratégia de negócios é foco do evento Brazil Design Week
    Fonte: Abit

    O setor de design, que segundo estimativas movimenta cerca de US$ 150 milhões por ano, vem evoluindo na estruturação do seu projeto de exportação em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção e Exportação) com o objetivo de criar demanda para os serviços brasileiros de design no exterior. A iniciativa, coordenada pela Associação Brasileira de Design (ABEDESIGN),  dará um grande passo com a realização do Brazil Design Week, primeiro evento do segmento voltado para geração de negócios em design e inovação, que acontece de 09 a 14 de setembro, no MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro. A ação conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e Sebrae.

     
    "Essa primeira edição no Brasil foi elaborada para solidificar o projeto setorial de exportação, mas a perspectiva é levar o evento para fora do Brasil. Nossa meta é realizá-lo em Nova York já em 2010", adianta Luciano Deos, idealizador do evento, vice-presidente da ABEDESIGN e diretor-presidente do GAD' Branding & Design. O público esperado é de mais de três mil visitantes, entre executivos, empresários, especialistas, formadores de opinião, estudantes e interessados pelo assunto.
    O executivo conta ainda que o evento foi idealizado com o objetivo de promover a inovação como estratégia de negócios das empresas. E esse é o grande desafio dos 70 escritórios de design associados à ABEDESIGN e participantes do evento.  "Esse é um marco para o segmento no Brasil, pois estabelece uma nova relação entre o setor e as empresas brasileiras, já que em tempos de diferenciação e criação de valor o design deixa de ser uma simples questão estética para ser uma ferramenta estratégica. E nesse sentido, está na hora das empresas brasileiras incorporarem definitivamente essa abordagem e essa visão aos seus negócios", complementa Deos.
    A aposta das empresas de design é conseguir mudar a forma como o mercado – empresas, governo e agentes –, se relacionam atualmente. Em formato das grandes feiras e eventos internacionais, o Brazil Design Week recebe os principais especialistas nacionais e internacionais do segmento na atualidade, que apresentam cases empresariais de alta relevância e destaque, como Motorola, Starbucks, Procter & Gamble, Fiat e OXO, entre outros, por meio de seis seminários setoriais. Além dos fóruns para discutir as políticas do setor, workshops com especialistas brasileiros e das rodadas de negócios, que vão promover uma aproximação entre os agentes do setor.
    Haverá ainda a exposição "O design Brasil século XXI – Inovação na Indústria Brasileira", que reunirá cerca de 80 trabalhos nacionais, industrializados ou em fase de produção, que abrangem todos os setores da indústria brasileira - veículos, eletrodomésticos, aparelhos de lazer e medicina, utensílios domésticos, mobiliários etc. São trabalhos consagrados entre os melhores nos mais importantes prêmios nacionais e internacionais, como iF Design, Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, IDEA Brasil e Red Dot.
     
    Anote:
     
    Evento: Brazil Design Week
    Data: 09 a 14 de setembro
    Local: MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro
    Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
    Para mais informações sobre a programação no site www.brazildesignweek.com.br
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    Terça-feira, Setembro 2, 2008
    FCP – FLUXO CONTÍNUO DE PRODUÇÃO

    Por Vanderlei Carlos Dorigon*

    FCP – FLUXO CONTÍNUO DE PRODUÇÃO


    Após atuarmos em mais de 120 indústrias de confecção de diversos ramos como camisarias, jeans, cama, mesa, banho, modinha, moda íntima, etc., nossa empresa percebeu a verdadeira necessidade de colaborar para o aumento da produtividade dos confeccionistas. Percebemos que a maioria, cerca de 90% das empresas, não ultrapassa o indicador de 50% de aproveitamento interno da mão-de-obra, ou seja, pelo menos a metade do tempo das pessoas na fábrica é perdido. Essa questão é percebida quando se contabiliza os minutos efetivamente produzidos (tempo padrão sem perdas) de peças e os minutos disponíveis de pessoas, ou seja:

    Minutos Produzidos
    P = ------------------------------ x100
    Minutos Disponíveis


    Isso nos remete a uma reflexão sobre a importância da produtividade para a melhoria da competitividade da indústria do vestuário no Brasil, pois veja: para uma costureira que disponibiliza 8 horas por dia numa fábrica, somente 4 dessas horas seriam efetivamente aproveitadas para geração de produto, e o restante das horas ficaria perdido. Será possível? Você, leitor, deve perguntar isso. Grande parte das empresas que abordamos não acreditava. Pois bem, só há um jeito de saber: medindo. Já dizia Peter Drucker, “o que não se pode medir não se pode gerenciar”. Foi com esse intuito que desenvolvemos o FCP – Fluxo Contínuo de Produção, com o objetivo de melhorar a produtividade da mão-de-obra no setor.
    Entre as perdas de tempo mencionadas, temos alguns exemplos:

    1) Troca de linha.
    2) Troca de aparelhos.
    3) Retrabalho em peças.
    4) Manutenção corretiva de máquinas.
    5) Movimentação interna de produtos, materiais, pessoas.
    6) Tempos de espera por ausência de abastecimento ou procura de ferramentas ou até peças.
    7) Ritmo descontinuado.
    8) Diferença de ritmo entre as operadoras.

    Qual dessas perdas você considera a mais colaboradora para a queda da produtividade na sua empresa? Pois veja que se abordarmos uma costureira com a história de que ela produz 4 horas e perde outras 4 horas por dia, ela provavelmente dirá o que já ouvi em muitas empresas: “Quer dizer que a metade do tempo eu não trabalho?”. Pois é, ela tem razão, ela está envolvida todo o dia com o trabalho. Mas estar envolvido não é necessariamente sinônimo de produtividade, o que ocorre é que efetivamente não conseguimos criar um sistema capaz de transformar mais horas disponíveis em tempo produzido. O Fluxo Contínuo de produção se encarrega de montar um sistema capaz de melhorar significativamente a performance da fábrica, pois tem como foco principal o estabelecimento de padrão de ritmo de produção, ou seja, se você tem 30 costureiras em sua produção, terá efetivamente até 30 ritmos diferentes, e ao contrário do que muitos pensam, essa é, com o ritmo descontinuado, a principal razão de perda de produtividade na indústria de confecção. Também não estou dizendo que outras perdas não são importantes, no entanto podemos garantir que uma perda de 4 horas diárias não é perda pontual, mas, sim, sistêmica, que está diretamente ligada a todo o contexto produtivo, e isso requer mudança desse sistema.
    Veja outro fator interessante: o custo minuto/homem de uma fábrica com 50% de produtividade está em torno de R$ 0,30, e, com 70% de produtividade, R$ 0,20 aproximadamente; isso quer dizer que uma peça básica de 20 minutos de tempo padrão terá um custo de mão-de-obra seguinte:
    50% - 20’ x 0,30 = 6,00
    70% - 20’ x 0,20 = 4,00

    Quer dizer, com o incremento de produtividade teremos um ganho de R$ 2,00 por peça produzida, com o mesmo custo fixo de produção.
    O Fluxo Contínuo de Produção trabalha com o objetivo de gerar interdependência entre operadores e, com isso, fortalecer
    a necessidade de manutenção de ritmo e a sua padronização entre a equipe de trabalho. A interdependência é
    gerada pela distribuição equilibrada da carga de trabalho internamente entre operadores de um grupo de trabalho ou célula,
    e também a interdependência externa entre os vários grupos de trabalho. Isso gera comprometimento conjunto para atingir as metas estabelecidas e oferece também a oportunidade de diversos operadores compararem e melhorarem suas habilidades pontuais em determinadas operações, além de motivar a polivalência destes.
    O FCP estabelece a condição inédita de termos num mesmo layout produtivo para a composição de
    células de manufaturas e linha de produção.

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    Segunda-feira, Setembro 1, 2008
    Pólo de Confecções
     






      O setor de confecções, no Brasil, caracteriza-se por pequenas empresas que têm como principal problema connseguir ter agilidade enquanto enfrentam dificuldades de acesso a novas tecnologias, a linhas de crédito e comercialização. Na Bahia, o porte médio da empresa no setor é menor que no Brasil, apresentando baixa competitividade em relação ao Sul e Sudeste.


    A Bahia tem 2,8% de participação na produção nacional de confecções e uma  média de 19 empregados por empresa, enquanto, no Brasil, a média é de 65 empregados.  Ao todo, o Estado possui 430 indústrias do setor de confecções, dessas, 250 possuem menos de 10 funcionários. Em 1985, a indústria têxtil participava com 4% da indústria baiana e 30 mil empregos. Atualmente, participa com 0,5% e gera 10mil empregos. Salvador possui 42,3% das empresas de confecções, Feira de Santana tem 25,6%. Juntos, esses municípios abrigam 67,9% das indústrias de confecções do Estado. Lauro de Freitas participa com 3,5%, Jequié, com 3,3%, e demais com 25,3%.

    APL de confecções da Rua do Uruguai e Região Metropolitana

    APL (Arranjo Produtivo Local) é um tipo de cluster formado por empresas agrupadas em torno de um negócio que compartilham de uma cultura comum e interagem como um grupo, com o ambiente sócio-cultural local, em torno de programas comuns. 
    Em 1985, a indústria têxtil participava com 4% da indústria baiana e 30 mil empregos. Atualmente, participa com 0,5% e gera 10mil empregos. Salvador possui 42,3% das empresas de confecções, Feira de Santana tem 25,6%. Juntos, esses municípios abrigam 67,9% das indústrias de confecções do Estado. Lauro de Freitas participa com 3,5%, Jequié, com 3,3%, e demais com 25,3%.

    APL de confecções da Rua do Uruguai e Região Metropolitana

    APL (Arranjo Produtivo Local) é um tipo de cluster formado por empresas agrupadas em torno de um negócio que compartilham de uma cultura comum e interagem como um grupo, com o ambiente sócio-cultural local, em torno de programas comuns. 

    As atividades na área de têxteis e confecções acontecem na Península de Itapagipe, em Salvador,  há algumas décadas e chegou a decair bastante em alguns momentos. Há cerca de oito anos, os trabalhos foram retomados com a construção do Outlet Center, e os investimentos vêm crescendo a cada ano. Existem, atualmente, na Rua do Uruguai, 34 indústrias de confecções, o que representa 19% das indústrias de confecções de Salvador e  8% das indústrias de todo o Estado da Bahia, como também grande quantidade de lojas de pronta-entrega - cerca de 40 empreendimentos -, o que exige constante qualificação da mão-de-obra.







    Diante disso, foi criado o Programa de Requalificação da Península de Itapagipe, resultante de uma ação conjunta do Sebrae, Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia, Promo, Fieb, IEL e Fapesb, com o objetivo de otimizar a produção através da aproximação dos empresários das pequenas indústrias existentes na região.
     

    A idéia é fortalecer a vocação econômica natural da região e estimular o setor na Bahia, onde 80% das confecções são provenientes de outros Estados. Entre as ações realizadas no local, está o Procompi – Programa de Competitividade para as Micro e Pequenas Indústrias, resultante de uma parceria entre Sebrae, Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).


    O APL de Confecções  da Rua do Uruguai  é uma iniciativa que está abrindo novos mercados e aumentando a produtividade das empresas da região.
     
    Este pólo já teve participação ativa em algumas feiras do setor, alcançando bons resultados, como FENIT 2005, Fashion Rio 2005, Barra Fashion 2005 e Feira do Empreendedor 2004. Nos eventos Fashion Rio e Barra Fashion 2005,  o desfile da estilista Márcia Ganem contou com a participação ativa de empresas do APL. Toda a malharia, alfaiataria e estamparia exibidas no desfile foram produzidas por indústrias de confecção da Rua do Uruguai. 
     

    O trabalho está gerando novas fontes de emprego e renda, através do crescimento do capital social, aumento da capacidade inovadora, acesso a linhas de crédito e financiamento. O Sebrae Bahia é responsável pelas ações de sensibilização do mercado, qualificação da mão-de-obra, design, desenvolvimento de produtos e organização da central de compras.

    A Bahia tem 2,8% de participação na produção nacional de confecções e uma  média de 19 empregados por empresa, enquanto, no Brasil, a média é de 65 empregados.  Ao todo, o Estado possui 430 indústrias do setor de confecções, dessas, 250 possuem menos de 10 funcionários. Em 1985, a indústria têxtil participava com 4% da indústria baiana e 30 mil empregos. Atualmente, participa com 0,5% e gera 10mil empregos. Salvador possui 42,3% das empresas de confecções, Feira de Santana tem 25,6%. Juntos, esses municípios abrigam 67,9% das indústrias de confecções do Estado. Lauro de Freitas participa com 3,5%, Jequié, com 3,3%, e demais com 25,3%.

    APL de confecções da Rua do Uruguai e Região Metropolitana

    APL (Arranjo Produtivo Local) é um tipo de cluster formado por empresas agrupadas em torno de um negócio que compartilham de uma cultura comum e interagem como um grupo, com o ambiente sócio-cultural local, em torno de programas comuns. 

    As atividades na área de têxteis e confecções acontecem na Península de Itapagipe, em Salvador,  há algumas décadas e chegou a decair bastante em alguns momentos. Há cerca de oito anos, os trabalhos foram retomados com a construção do Outlet Center, e os investimentos vêm crescendo a cada ano. Existem, atualmente, na Rua do Uruguai, 34 indústrias de confecções, o que representa 19% das indústrias de confecções de Salvador e  8% das indústrias de todo o Estado da Bahia, como também grande quantidade de lojas de pronta-entrega - cerca de 40 empreendimentos -, o que exige constante qualificação da mão-de-obra.







    Diante disso, foi criado o Programa de Requalificação da Península de Itapagipe, resultante de uma ação conjunta do Sebrae, Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia, Promo, Fieb, IEL e Fapesb, com o objetivo de otimizar a produção através da aproximação dos empresários das pequenas indústrias existentes na região.
     

    A idéia é fortalecer a vocação econômica natural da região e estimular o setor na Bahia, onde 80% das confecções são provenientes de outros Estados. Entre as ações realizadas no local, está o Procompi – Programa de Competitividade para as Micro e Pequenas Indústrias, resultante de uma parceria entre Sebrae, Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).


    O APL de Confecções  da Rua do Uruguai  é uma iniciativa que está abrindo novos mercados e aumentando a produtividade das empresas da região.
     
    Este pólo já teve participação ativa em algumas feiras do setor, alcançando bons resultados, como FENIT 2005, Fashion Rio 2005, Barra Fashion 2005 e Feira do Empreendedor 2004. Nos eventos Fashion Rio e Barra Fashion 2005,  o desfile da estilista Márcia Ganem contou com a participação ativa de empresas do APL. Toda a malharia, alfaiataria e estamparia exibidas no desfile foram produzidas por indústrias de confecção da Rua do Uruguai. 
     

    O trabalho está gerando novas fontes de emprego e renda, através do crescimento do capital social, aumento da capacidade inovadora, acesso a linhas de crédito e financiamento. O Sebrae Bahia é responsável pelas ações de sensibilização do mercado, qualificação da mão-de-obra, design, desenvolvimento de produtos e organização da central de compras.  






      O setor de confecções, no Brasil, caracteriza-se por pequenas empresas que têm como principal problema connseguir ter agilidade enquanto enfrentam dificuldades de acesso a novas tecnologias, a linhas de crédito e comercialização. Na Bahia, o porte médio da empresa no setor é menor que no Brasil, apresentando baixa competitividade em relação ao Sul e Sudeste.


    A Bahia tem 2,8% de participação na produção nacional de confecções e uma  média de 19 empregados por empresa, enquanto, no Brasil, a média é de 65 empregados.  Ao todo, o Estado possui 430 indústrias do setor de confecções, dessas, 250 possuem menos de 10 funcionários. Em 1985, a indústria têxtil participava com 4% da indústria baiana e 30 mil empregos. Atualmente, participa com 0,5% e gera 10mil empregos. Salvador possui 42,3% das empresas de confecções, Feira de Santana tem 25,6%. Juntos, esses municípios abrigam 67,9% das indústrias de confecções do Estado. Lauro de Freitas participa com 3,5%, Jequié, com 3,3%, e demais com 25,3%.

    APL de confecções da Rua do Uruguai e Região Metropolitana

    APL (Arranjo Produtivo Local) é um tipo de cluster formado por empresas agrupadas em torno de um negócio que compartilham de uma cultura comum e interagem como um grupo, com o ambiente sócio-cultural local, em torno de programas comuns. 
    Em 1985, a indústria têxtil participava com 4% da indústria baiana e 30 mil empregos. Atualmente, participa com 0,5% e gera 10mil empregos. Salvador possui 42,3% das empresas de confecções, Feira de Santana tem 25,6%. Juntos, esses municípios abrigam 67,9% das indústrias de confecções do Estado. Lauro de Freitas participa com 3,5%, Jequié, com 3,3%, e demais com 25,3%.

    APL de confecções da Rua do Uruguai e Região Metropolitana

    APL (Arranjo Produtivo Local) é um tipo de cluster formado por empresas agrupadas em torno de um negócio que compartilham de uma cultura comum e interagem como um grupo, com o ambiente sócio-cultural local, em torno de programas comuns. 

    As atividades na área de têxteis e confecções acontecem na Península de Itapagipe, em Salvador,  há algumas décadas e chegou a decair bastante em alguns momentos. Há cerca de oito anos, os trabalhos foram retomados com a construção do Outlet Center, e os investimentos vêm crescendo a cada ano. Existem, atualmente, na Rua do Uruguai, 34 indústrias de confecções, o que representa 19% das indústrias de confecções de Salvador e  8% das indústrias de todo o Estado da Bahia, como também grande quantidade de lojas de pronta-entrega - cerca de 40 empreendimentos -, o que exige constante qualificação da mão-de-obra.







    Diante disso, foi criado o Programa de Requalificação da Península de Itapagipe, resultante de uma ação conjunta do Sebrae, Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia, Promo, Fieb, IEL e Fapesb, com o objetivo de otimizar a produção através da aproximação dos empresários das pequenas indústrias existentes na região.
     

    A idéia é fortalecer a vocação econômica natural da região e estimular o setor na Bahia, onde 80% das confecções são provenientes de outros Estados. Entre as ações realizadas no local, está o Procompi – Programa de Competitividade para as Micro e Pequenas Indústrias, resultante de uma parceria entre Sebrae, Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).


    O APL de Confecções  da Rua do Uruguai  é uma iniciativa que está abrindo novos mercados e aumentando a produtividade das empresas da região.
     
    Este pólo já teve participação ativa em algumas feiras do setor, alcançando bons resultados, como FENIT 2005, Fashion Rio 2005, Barra Fashion 2005 e Feira do Empreendedor 2004. Nos eventos Fashion Rio e Barra Fashion 2005,  o desfile da estilista Márcia Ganem contou com a participação ativa de empresas do APL. Toda a malharia, alfaiataria e estamparia exibidas no desfile foram produzidas por indústrias de confecção da Rua do Uruguai. 
     

    O trabalho está gerando novas fontes de emprego e renda, através do crescimento do capital social, aumento da capacidade inovadora, acesso a linhas de crédito e financiamento. O Sebrae Bahia é responsável pelas ações de sensibilização do mercado, qualificação da mão-de-obra, design, desenvolvimento de produtos e organização da central de compras.

    A Bahia tem 2,8% de participação na produção nacional de confecções e uma  média de 19 empregados por empresa, enquanto, no Brasil, a média é de 65 empregados.  Ao todo, o Estado possui 430 indústrias do setor de confecções, dessas, 250 possuem menos de 10 funcionários. Em 1985, a indústria têxtil participava com 4% da indústria baiana e 30 mil empregos. Atualmente, participa com 0,5% e gera 10mil empregos. Salvador possui 42,3% das empresas de confecções, Feira de Santana tem 25,6%. Juntos, esses municípios abrigam 67,9% das indústrias de confecções do Estado. Lauro de Freitas participa com 3,5%, Jequié, com 3,3%, e demais com 25,3%.

    APL de confecções da Rua do Uruguai e Região Metropolitana

    APL (Arranjo Produtivo Local) é um tipo de cluster formado por empresas agrupadas em torno de um negócio que compartilham de uma cultura comum e interagem como um grupo, com o ambiente sócio-cultural local, em torno de programas comuns. 

    As atividades na área de têxteis e confecções acontecem na Península de Itapagipe, em Salvador,  há algumas décadas e chegou a decair bastante em alguns momentos. Há cerca de oito anos, os trabalhos foram retomados com a construção do Outlet Center, e os investimentos vêm crescendo a cada ano. Existem, atualmente, na Rua do Uruguai, 34 indústrias de confecções, o que representa 19% das indústrias de confecções de Salvador e  8% das indústrias de todo o Estado da Bahia, como também grande quantidade de lojas de pronta-entrega - cerca de 40 empreendimentos -, o que exige constante qualificação da mão-de-obra.







    Diante disso, foi criado o Programa de Requalificação da Península de Itapagipe, resultante de uma ação conjunta do Sebrae, Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia, Promo, Fieb, IEL e Fapesb, com o objetivo de otimizar a produção através da aproximação dos empresários das pequenas indústrias existentes na região.
     

    A idéia é fortalecer a vocação econômica natural da região e estimular o setor na Bahia, onde 80% das confecções são provenientes de outros Estados. Entre as ações realizadas no local, está o Procompi – Programa de Competitividade para as Micro e Pequenas Indústrias, resultante de uma parceria entre Sebrae, Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).


    O APL de Confecções  da Rua do Uruguai  é uma iniciativa que está abrindo novos mercados e aumentando a produtividade das empresas da região.
     
    Este pólo já teve participação ativa em algumas feiras do setor, alcançando bons resultados, como FENIT 2005, Fashion Rio 2005, Barra Fashion 2005 e Feira do Empreendedor 2004. Nos eventos Fashion Rio e Barra Fashion 2005,  o desfile da estilista Márcia Ganem contou com a participação ativa de empresas do APL. Toda a malharia, alfaiataria e estamparia exibidas no desfile foram produzidas por indústrias de confecção da Rua do Uruguai. 
     

    O trabalho está gerando novas fontes de emprego e renda, através do crescimento do capital social, aumento da capacidade inovadora, acesso a linhas de crédito e financiamento. O Sebrae Bahia é responsável pelas ações de sensibilização do mercado, qualificação da mão-de-obra, design, desenvolvimento de produtos e organização da central de compras.

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    Sexta-feira, Agosto 29, 2008
    INDÚSTRIA TÊXTIL


    Como Montar uma Empresa de
    Indústria Têxtil

    Introdução

    FICHA TÉCNICA

    Setor da economia: Secundário

    Ramo de atividade: Indústria

    Principais produtos: Fiação,
    Tecelagem, Malhas, etc.

     

    MERCADO. Existem enormes espaços
    a serem conquistados no mercado interno, um dos maiores do mundo com 160
    milhões de consumidores.

    Nesta virada do milênio, o setor
    têxtil – pioneiro da industrialização no Brasil – vive momentos de renovação e
    de franco crescimento graças a adoção de um agressivo programa que já acumula
    mais de US$ 6 bilhões de investimentos em projetos de modernização, treinamento
    e capacitação de recursos humanos e de aumento de produtividade – fatores
    fundamentais para a sobrevivência industrial num mercado aberto cada vez mais
    globalizado e competitivo.

     

    EQUIPAMENTOS. Alguns equipamentos
    essenciais:

    - Filatórios open-end;

    - Penteadeiras;

    - Passadeiras com auto
    reguladores;

    - Conicaleiras com atadores
    automáticos, entre outros.

     

    INVESTIMENTO E PESSOAL. Ambos
    irão variar de acordo com a estrutura do empreendimento.

    MATÉRIA-PRIMA. A matéria prima
    básica é o algodão.

    OS PRODUTOS. Os principais
    produtos são:

    - Fiação. Tecnologicamente, a fiação
    é o segmento da cadeia têxtil mais avançado, já que a produtividade esta
    incorporada pela inovação na automação.

    - Tecelagem. Ao contrário da
    fiação, a tecelagem possibilita o ingresso de micro e pequenas empresas na
    indústria. O tear, por si só, é uma unidade produtiva independente, sendo o
    aumento de produção conseqüência da agregação de uma maior número de teares.

    - Malhas. O segmento de malhas
    tem algumas características semelhantes às da tecelagem, principalmente, no que
    se refere às pequenas barreiras à entrada de novas firmas, com substanciadas
    nos altos investimentos e na tecnologia disponível.

    - Acabamento. Com a introdução da
    microeletrônica, o nível de sofisticação dos equipamentos sofreu um avanço
    considerável, principalmente, no controle do processo produtivo, resultando em
    ganhos de produtividade e na melhoria da qualidade do produto final.

     

    O SURGIMENTO DE NOVOS PRODUTOS. O
    investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos deve ser
    constante, porém, tais investimentos são de natureza incremental, ou seja,
    somente grandes empresas são capazes de realizar investimento no enobrecimento
    de malhas e tecidos.

     

    LEMBRETES IMPORTANTES. Alguns
    lembretes importantes:

    - O empresário interessado em
    ingressar no ramo têxtil, deverá estar disposto a enfrentar os grandes
    concorrentes e contar com um volume expressivo de capital, enfim, o empreendedor
    que tiver intenção de ingressar neste ramo deverá preparar-se técnica e
    financeiramente,já que o volume de capital é considerável;

    - É importante manter um contato
    direto com os fornecedores, porque da pontualidade deles vai depender a
    manutenção de um estoque ideal com vistas a uma produção contínua.

     

    Legislação EspecíficaTorna-se
    necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais
    como:

    - Registro na Junta Comercial;

    - Registro na Secretária da
    Receita Federal;

    - Registro na Secretária da
    Fazenda;

    - Registro na Prefeitura do
    Município;

    - Registro no Sindicato Patronal;

    O novo empresário deve procurar a
    prefeitura da cidade onde pretende montar a sua confecção para obter
    informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a
    localização),e também o Alvará de Funcionamento.

    Além disso, deve consultar o
    PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do
    Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).

     

    Entidades

    ABIT - Associação Brasileira da
    Indústria Têxtil e de Confecção

     

    ABRAVEST – Associação Brasileira
    do Vestuário

     

    Fornecedor - Lanmax

     

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